
Não existe palavra mais olindense do que “Cogui”, ela significa forasteiro, quem é de fora, sendo pronunciada, pelos tradicionais olindenses, com um certo ar pejorativo, assemelhado-se com a palavra gringo.
Poderíamos dizer que Cogui é a palavra olindense para designar o forasteiro que não seja bem-vindo.
Segundo o Escritor Olímpio Bonald Neto, Cogui é uma corruptela de Incógnito, nascida da recepção, pouco amistosa, que recebiam os recifenses que se atrevessem à visitar moças de Olinda no inicio do século XX.
Olímpio conta que os rapazes da cidade, quando viam um recifense desembarcar no terminal do Bonde de Olinda, na praça do Carmo, com paletó engomado e sapatos impecáveis na graxa, ofereciam dinheiro as crianças para sujar os sapatos e jogar areia nas veste elegantes dos recifenses.
-Sujar quem senhor?, perguntavam as crianças, na vontade da trela.
-Aquele incógnito, respondiam os enciumados olindenses.
Nisso a meninada começou a abreviar Incógnito para Cogui, nascendo assim uma palavra genuinamente olindense.
Poderíamos dizer que Cogui é a palavra olindense para designar o forasteiro que não seja bem-vindo.
Segundo o Escritor Olímpio Bonald Neto, Cogui é uma corruptela de Incógnito, nascida da recepção, pouco amistosa, que recebiam os recifenses que se atrevessem à visitar moças de Olinda no inicio do século XX.
Olímpio conta que os rapazes da cidade, quando viam um recifense desembarcar no terminal do Bonde de Olinda, na praça do Carmo, com paletó engomado e sapatos impecáveis na graxa, ofereciam dinheiro as crianças para sujar os sapatos e jogar areia nas veste elegantes dos recifenses.
-Sujar quem senhor?, perguntavam as crianças, na vontade da trela.
-Aquele incógnito, respondiam os enciumados olindenses.
Nisso a meninada começou a abreviar Incógnito para Cogui, nascendo assim uma palavra genuinamente olindense.
0 comentários:
Postar um comentário