De acordo com o historiador Vanildo Bezerra, "o Fortim do Queijo era um baluarte de certa envergadura, mas com o passar do tempo tomou o formato de um queijo, vindo daí o seu nome".
Na iminência da segunda das invasões holandesas do Brasil (1630-1654), a sua primitiva fortificação remonta a um reduto de campanha, em faxina e terra, erguido em fins de 1629 por determinação do Superintendente da Guerra da Capitania de Pernambuco Matias de Albuquerque (c. 1590-1647), artilhado com duas peças de bronze, para defesa do ancoradouro de Olinda.
Ocupado por forças holandesas, foi mais tarde ampliado, com planta no formato de um polígono retangular. Voltou a ser reocupado por forças portuguesas quando da reconquista de Olinda.
No início do século XIX foi reconstruído em alvenaria pelo Governador e Capitão-general da Capitania de Pernambuco, Caetano Pinto de Miranda Montenegro (1804-1817), pelo que ficou conhecido por Forte Montenegro.
O forte foi restaurado em 1977 pela Prefeitura Municipal de Olinda, ao final da gestão do prefeito Aredo Sodré da Mota (1973-1977), e encontra-se atualmente em bom estado de conservação, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1984.
Mas o melhor do Fortim do Queijo é namorar no fim das tardes olindenses.
sábado, 25 de setembro de 2010
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